As caixas de ritmo

18/07/2014

Programar beats e linhas de baixos, efeitos e distorções em grooveboxs, em associação com sintetizadores e softwares musicais, é a técnica que produz a arte da música eletrônica. Eis algumas dessas tradicionais, pioneiras e fantásticas máquinas.

Roland TR-707 Rhythm Composer, com seus beats mais crus, prontta para o techno e a house

Roland TR-727, com seus sons deep e percussões “latinas”

Roland TB-303 Bassline, criada originalmente para ser usada por guitarristas, por produzir linhas de baixos sequenciadas, foi um erro mercadológico. As linhas de baixos distorciam com a alteração da tonalidade e aumento de volum. E isso terminou sendo um elemento estético novo para os produtores e djs, pois o som ácido dos baixos foram incorporadas na house, surgindo a acid house.

Roland TR-909 Rhythm Composer inventada pela Roland Corporation in 1984, no Japão.


tão perto, tão longe

15/06/2014

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Enxerga-se longe, o mundo; comenta-se sobre ele, sobre os outros mundos dos outros; sabe-se o que deveria ser o certo: tem-se opiniões certeiras, exatas, até, sobre esse mundo maltratado; apontam-se os erros lá distantes e tão óbvios, tão fáceis de serem vistos e corrigidos – e o perto? esse – tão perto – que é dentro?


Cardoso Alfaiate, o netvídeo

14/06/2014

Cardoso Alfaiate

Direção/Fotografia: Cláudio Manoel

Edição: Gleydson Públio

Duração: 8min

Bahia-Brasil – 2014

 

 

Cardoso Alfaiate é um netdoc sobre o Carlos Cardoso, um dos últimos profissionais desta profissão quase em extinção – a Alfaiataria – , por conta do surgimento do prêt-à-porter e da confecções, que foram , em poucas décadas, reduzindo a importância mercantil desses profissionais através de mecanização e compartimentação do processo produtivo do vestuário massivo. “Seu” Cardoso, com seu atelier instalado no Tabão do Pelourinho, em Salvador da Bahia, é um personagem da história da alfaiataria baiana, que forma seus primeiros profisionais com a fundação da Escola de Aprendizes Artífices da Bahia, instalada, provisoriamente, no Edifício do Centro Operário da Bahia, em 1910. Com bom humor, cheio de autoestima e feliz com sua atividade, Cardoso reafirma, em sua linguagem simples, o lugar previlegiado do artista-alfaiate numa contraposição ao vestuário pré-formatado e despersonalizado da indústria de roupa massiva. O netdoc, com duração de 8 minutos, é uma realização da O Imaginário é TV e produção da Nosso Bolso Produções Artísticas. A direção e a fotografia é de Cláudio Manoel, com edição de Gleydson Públio. O vídeo, gravado em baixa resolução (sd), em handycam, tem selo CC, para uso livre sem fins comerciais.


Xaréu no 5 Minutos

16/04/2014

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Coletivo Xaréu fará performance dia 17 de maio, no fechamento do Festival Nacional 5 Minutos, em Cachoeira, ao lado da Mateus Aleluia e Orquestra de Orquestra Reggae Sinfônica Lyra Ceciliana


Live PA em Maceió

05/04/2014

Execução ao vivo, pelo dj Angelis Sanctus aka Claudio M. e Marina Mapurungada, da trilha sonora original do netvideo “Mais que traços e cores – em memória de Robeto Ataíde”. Gravação deste vídeo: Beto Farias, via smarthphone.


Documentário sobre o artista alagoano Roberto Ataíde

31/03/2014

MAIS QUE TRAÇOS E CORES – em memória de Roberto Ataíde

(vídeo livre para download e uso livre, sem fins lucrativos)

Documentário sobre o artista alagoano Roberto Ataíde Mais que traços e cores, do videoprodutor Cláudio Manoel Duarte, faz uma homenagem em memória do artista visual alagoano Roberto Ataíde Amorim, falecido em 1995.


MAIS QUE TRAÇOS E CORES, um blog

26/03/2014

Trilha sonora para o netvideo Mais que traços e cores

25/03/2014

Trilha sonora para o netvideo Mais que traços e cores

 

This playlist contains 8 tracks, total time: 10.17

Saiba mais sobre o vídeo:

http://claudiomanoel.wordpress.com/2014/02/23/volumetria-colorismo-e-video/

 


TRILHA SONORA AO VIVO, EM MACEIÓ

24/03/2014

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Dj Angelis Sanctus (Cláudio M.) e a violinista Marina Mapurunga fazem Live PA após o lançamento do vídeo Mais que traços e cores, em Maceió

Cláudio Manoel Duarte, alagoano e radicado na Bahia há 14 anos, produziu a trilha sonora do video mesclando rescursos de tablet, groove box e software de produção e tratamento musical, além de simuladores de instrumentos, em recursos digitais. O Live PA – execução ao vivo da trilha sonora – terá como convidada especial Marina Mapurunga, cearense, artista e pesquisadora que atua no campo da arte sonora, da música e do audiovisual. Ambos são professores de Cinema no Centro de Artes, Humanidades e Letras da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB). A performance, de 10 minutos, acontecerá após a apresentação do netdoc Mais que traços e cores – em memória de Roberto Ataíde, na Pinacoteca da Ufal, que será exibido no dia 31 de marco, na Pinacoteca Universitária da UFAL, em Maceió, às 20h30.

 

SERVIÇO

Lançamento do netvideo Mais que traços e cores – em memória de Roberto Ataíde

Com Live PA do dj Angelis Sanctus (Claudio M.) e Marina Mapurunga

Pinacoteca da Ufal

31 de marco

20h30

Entrada franca

 

Sobre o vídeo: http://claudiomanoel.wordpress.com/2014/02/23/volumetria-colorismo-e-video/

Sobre os artistas:

http://coletivoxareu.wordpress.com/marina-mapurunga

http://coletivoxareu.wordpress.com/claudio-manoel-aka-dj-angelis-sanctus


Volumetria, colorismo e vídeo

23/02/2014

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Documentário sobre o artista alagoano Roberto Ataíde será lançado na Pinacoteca Universitária da UFAL, em Maceió

No dia 31 de março (2014), às 20h30, será lançado em Maceió o netdoc  Mais que traços e cores, do videoprodutor Cláudio Manoel Duarte, que faz uma homenagem em memória do artista visual alagoano Roberto Ataíde Amorim, falecido há 18 anos.

O documentário, com cerca de 25 minutos de duração, foi realizado pela produtoras Imaginário é Tv e Meu Bolso Produções Artísticas. “Decidi por não buscar patrocínio via marketing cultural nem apoio de edital estatal para manter o caráter afetivo, amoroso do projeto, com um esforço pessoal prazeroso, pelo meu vínculo com Roberto, como amigo-irmão. Esse caráter afetivo terminou por formar uma rede de apoiadores incríveis para o projeto, amigos de Ataíde e meus, num processo de colaboração sensível que ele merecia”, afirmou o diretor. Cláudio Manoel é alagoano, radicado na Bahia há 14 anos, onde é professor de Cinema na Universidade do Recôncavo da Bahia – UFRB, onde também coordena um grupo de pesquisa sobre cultura digital e é Coordenador de Cultura e Universidade da Pro-Reitoria de Extensão daquela Universidade. Atuou em Alagoas profissionalmente como produtor cultural e jornalista por mais  de 30 anos, tendo sido também professor de Comunicação e Tecnologias, na UFAL, quando decidiu, em 2000, cursar mestrado na área de Cibercultura e comunicação na UFBA.

O documentário tem uma estrutura simples, até tradicional, intercalando depoimentos de especialistas em arte com as imagens de trabalhos do artista, além de curtas inserções ficcionais com o ator convidado Giuliano Porto e de imagens fixas recuperadas de negativos 135mm de 20 anos antes, de autoria de Christina Queiroz e do próprio diretor. “Nossa grande batalha foi, com ajuda de amigos, identificar e documentar os poucos trabalhos do artista (espalhados) em Maceió, para produzir esse vídeo numa curta estada na cidade de 3 dias. Além da homenagem, meu objetivo é que esse produto funcione como memória para que futuras gerações pesquisarem sobre esse fantástico jovem que se foi no início e auge de sua carreira”, explica Cláudio Manoel.  O vídeo traz depoimentos de especialistas em arte e amigos de Ataíde, como Carmen Lúcia Dantas, Geisa Brayner, Socorrinho Lamenha, Ricardo Maia, Rogério Gomes e Alexandre Toledo, os quais resgatam a atuação do artista no cenário das artes visuais alagoana, destacando suas características estéticas de ruptura com uma caminho tradicional pintura e também suas características pessoais.

A equipe de realização foi mínima: o próprio Cláudio Manoel e Gleydson Público, baiano, ex-aluno de Cláudio, que atuou como fotógrafo e montador. “Usamos basicamente um tripé, um iluminador, uma câmera dslr e um gravador de áudio – ou seja, quase um “estúdio de mão”, para facilitar a produção com equipe reduzidíssima”, informa. Em Alagoas, o projeto teve o apoio de produção de Carmen Lúcia Dantas, que fez também a conceituação do argumento, e Alexandre Toledo e várias colaborações na cessão de obras. “Desde o início, Carmen e Alexandre, também meus amigos, depositaram confiança, me estimularam, mesmo eu estando a distancia de Maceió para executar esse projeto. Estou, além de agradecidos com esse apoio, honrado com essa colaboração”, complementa. Além de fazer produção do netdoc, Cláudio pensou o argumento com  Cármen Dantas, escreveu o guião, dirigiu e produziu a trilha Sonora. “A opção por um netdoc é para que as pessoas acessem livremente nas redes digitais ou façam download para tablet e celulares, inclusive. O vídeo terá aplicação de selo CC (Creative Commons), de para uso livre e não comercial.

O artista plástico alagoano Roberto Ataíde

O artista plástico alagoano Roberto Ataíde

SOBRE O ARTISTA

Roberto ataíde, nascido em 62, era arquiteto e iniciou sua carreira como estudante de Desenho e Pintura na Fundação Pierre Chalita (1981-85). Vítima da aids, faleceu em 1995. Estudou Serigrafia, Desenho Livre com Jadir Freire e fez diversos cursos no campo da arte, dentre eles o Curso de Criatividade, Análise Crítica e Problemas de Composição na Linguagem Visual, com Fayga Ostrower. Em meados dos anos 80 foi Técnico de Artes Plásticas do SESC. Participou de várias exposições coletivas. Em 1982, no Concurso Carlos Moliterno (IHGA) recebeu o prêmio de 1º lugar. Neste mesmo ano conquistou o 1º lugar no concurso Graciliano Ramos de Artes Plásticas, promovido pela UFAL. Ataíde está na seleção de artistas na publicação Arte Alagoas II, publicada pela Fundação Casa de Rui Barbosa, Rio de Janeiro, que teve curadoria de de Lula Nogueira e Tânia Pedrosa. Recebeu o prêmio Industrial Ernesto Maranhão” com a aquarela A Ilha, em homenagem aos 70 anos do poeta Carlos Moliterno. Pouco documentado, no entanto, e com uma curtíssima carreira, Ataíde deixou marcas profundas (e desconhecidas do grande público) trazidas por seu trabalho de pintor, que dominava várias técnicas (carvão, acrílica, óleo…) e criava um caminho próprio estético, principalmente num “semi-abstracionismo” onde pesquisava volumes, criados por cores intensas e formas não precisas que por vezes geravam sensações de vagas figuras.

“Roberto é sempre lembrado por sua doçura, uma certa ingenuidade em lidar com o mundo, como uma aventura poética que o fazia um artista de cores e formas, um embelezador da vida. Minhas lembranças sobre ele remetem sempre a de um menino lindo, crescido e feliz. Com um sorriso iluminadíssimo e sem nenhuma dúvida sobre seu amor pelas artes. Uma vida tão breve mas que nos deixou mais que traços e cores”, relata Cláudio Manoel.

SERVIÇO:

Lançamento do documentário Mais que traços e cores – em memória de Roberto Ataíde, de Cláudio Manoel Duarte

Segunda-feira (31/março) – 20h30 – Entrada franca

Pinacoteca Universitária da UFAL (Pça. Sinimbu, Centro – Maceió)

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Veja imagens do artista aqui: https://www.facebook.com/claudiomanoelduarte/media_set?set=a.10152232115578493.1073741842.790673492&type=3

Veja imagens das gravações aqui: https://www.facebook.com/claudiomanoelduarte/media_set?set=a.10152235122648493.1073741844.790673492&type=1

Sobre Cláudio Manoel: http://www.linkedin.com/in/claudiomanoelduarte

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