De vez em quando – alarmando em tragédia para ficar bem claro aos olhos e ouvidos – Poseidon reaparece para mostrar que não temos que acelerar partículas de átomos. Mas, mesmo com a disponibilidade do movimento das águas, a força do ar em ventos e a luz e o calor do sol, o ser humano insiste pelos caminhos da burrice e faz as tragédias serem mais trágicas. Japão/Chernobyl (Ucrania,Russia), Césio 137 (GO), Hiroshima, Nagasaki (JP), Krümmel (Alemanha), Forsmark (suecia), Brunsbüttel, Schleswig-Holstein, Temelin (Eslovaqia), Tokaimura (JP), Three Mile Island (EUA), Gundremmingen (Baviera, Alemahha), Windscale (Sellafield), Windscale, Maiak (Russia), Chalk River (Canadá). No Brasil, estamos nos organizando para a merda planetária: Angra I e II (RJ) e Resende (Fábrica de Combustível Nuclear, Rj). Ok, é progresso, mas o homem está incapaz para isso, ainda.
